por angelica ca e paulo eneas
O Congresso da Guatemala aprovou nesta terça-feira (08/mar) uma lei que pune o assassinato de bebês no ventre materno com até 25 anos de prisão. A lei também proíbe o casamento entre pessoas do mesmo sexo, alegando que a educação das crianças é de responsabilidade exclusiva dos pais.

A lei também proíbe a promoção de programas de “diversidade sexual” para o público infantil e adolescente, bem como a promoção da diversidade sexual, “ideologia de gênero ou ensino de comportamentos sexuais diferentes da heterossexualidade como normais” para esta faixa etária.

O texto aprovado no dia 8 de Março também afirma que nenhuma pessoa pode ser processada criminalmente “por não aceitar a diversidade sexual ou a ideologia de gênero como normal”.

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O texto da lei pune com reclusão de até 50 anos o responsável por “aborto ou manobras abortivas realizadas sem o consentimento da mulher” e que cause sua morte. A lei passa a considerar este tipo de crime como um “aborto qualificado”.

Ainda de acordo com a lei, as mulheres que “induziram seu próprio aborto ou deram seu consentimento a outra pessoa para realizá-lo” enfrentarão um mínimo de cinco anos de prisão, mas as sentenças podem ser muito maiores.

Na Guatemala somente é permitido o chamado aborto terapêutico, quando a vida da mãe está em perigo, que passará a ter maior controle, de acordo com a nova lei.

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Se sancionada pelo presidente, a lei reformará o Código Civil da Guatemala para “proibir expressamente os casamentos entre pessoas do mesmo sexo”. A Lei de Proteção à Vida e à Família foi proposta pelo partido conservador Viva Party, e foi aprovada no parlamento guatemalteco com larga maioria.

Este exemplo da Guatemala mostra que é possível fazer o enfrentamento à agenda identitária da esquerda globalista, como a ideologia da morte representada pelo abortismo, no ambiente das democracias liberais.

Este enfrentamento seria impensável em regimes de ditadura sob uma fachada democrática, como o regime de Vladimir Putin na Rússia, que está entre os países com os maiores índices de aborto em todo o mundo. Fonte: The Telegraph.

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