por angelica ca e paulo eneas
O Parlamento Europeu aprovou por maioria esmagadora de votos na semana passada uma resolução determinando que a Comissão Europeia, que é o órgão de governo de fato do bloco europeu ocidental, suspenda o repasse de recursos à Hungria e à Polônia como punição por estes dois países se recusarem a adotar a agenda identitária imposta pelo bloco a seus estados membros.

Apesar da Polônia e da Hungria terem acolhido até agora cerca de 1.5 milhão de refugiados ucranianos, os eurodeputados aprovaram a resolução hostil aos dois países por 478 votos a favor e 155 contra, com 29 abstenções. A resolução determina a a retenção do financiamento dos estados membros da União Europeia  que violam o chamado “Mecanismo de Condicionalidade do Estado de Direito”.

Este mecanismo entrou em vigor em janeiro de 2021 e constitui-se num instrumento retórico para punir os países membros da União Europeia que não adotarem a agenda globalista do bloco, incluindo a agenda identitária e de gênero.

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O dispositivo deste mecanismo “sujeita o recebimento de financiamento do orçamento da União Europeia ao respeito pelos Estados-Membros dos princípios do Estado de Direito”, e faz com que qualquer financiamento do bloco fique sujeito ao alinhamento com os chamados “valores centrais” da União Europeia, que incluem a agenda identitária e de gênero.

Polônia e Hungria apresentaram no mês passado um recurso junto do Tribunal da União Europeia pedindo a anulação do mecanismo. O tribunal rejeitou a contestação feita pelos dois países sob o argumento de que o mecanismo foi “adotado com base legal adequada e respeita, em particular, os limites dos poderes conferidos à União Europeia e o princípio da segurança jurídica”.

Enquanto os chefes globalistas da União Europeia procuram punir os países do bloco que não abraçam a agenda identitária e de gênero, tanto a Hungria quanto a Polônia ofereceram ajuda generosa aos refugiado da Guerra da Ucrânia. A Polônia recebeu cerca de 1.4 milhão de refugiados e a Hungria recebeu aproximadamente 214.000 de pessoas fugindo da guerra na Ucrânia. Fonte: Life Site News | Parlamento Europeu.

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