por paulo eneas
O Partido Republicanos anunciou em evento do último sábado (09/abr) em São José do Rio Preto (SP) a candidatura do apresentador de televisão esquerdista e lulista José Luiz Datena, filiado ao PSC, para a vaga de senador por São Paulo. Tão logo foi anunciado, o apresentador esquerdista foi vaiado pelo público, que o chamou de comunista.

Anunciado no palanque em que estava o ex-ministro Tarcísio Gomes de Freitas, pré-candidato do Presidente Bolsonaro ao Governo de São Paulo, José Luiz Datena conseguiu somente gerar uma intensa reação negativa nas redes sociais por parte de todos os apoiadores do governo. Somente a militância virtual do Centrão endossou sua indicação, ainda que por meio de malabarismos verbais que normalmente se usa para defender o indefensável.

José Luiz Datena foi filiado ao PT durante mais de vinte anos. Fã entusiasta de Lula e do genocida comunista Che Guevara, de quem possui uma imagem na parede em sua residência, como mostram fotos nas redes sociais, José Luiz Datena está entre os comunicadores esquerdistas da grande mídia que mais ataca e combate o Governo Bolsonaro em seu programa de televisão.

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O apresentador esquerdista foi defensor dos lockdowns e fechamentos durante a pandemia, além de apoiar a vacinação obrigatória, inclusive de crianças. Em declaração recente na imprensa, Datena afirmou:

“Apoiei o Bolsonaro é o cacete. Eu simplesmente o entrevistei (…). O último cara em quem votei foi Lula”.

Diante da situação de inflação nos preços dos alimentos causada pela crise de logística internacional decorrente dos fechamentos a pretexto da pandemia, José Luiz Datena defendeu a adoção de uma solução socialista para o problema, a mesma que foi adotada anos atrás na Venezuela e que levou à ruína econômica daquele país sob o domínio do narco-socialismo:


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A escolha de Datena como provável companheiro de chapa ao Senado Federal do pré-candidato a governador Tarcísio Gomes de Freitas não teria ocorrido sem o aval e endosso do Presidente Bolsonaro e dos chefes do Centrão que comandarão, e muito possivelmente sabotarão, a campanha de reeleição do presidente. Pois Tarcísio Gomes de Freitas, que a rigor não é político mas um excelente gerente de obras, não tomaria tal decisão sozinho.

O argumento cínico que vem sendo usado pela militância do Centrão que atua nas redes sociais se fazendo passar por apoiadores de Bolsonaro é o de que a escolha de Datena como candidato de Bolsonaro ao Senado Federal por São Paulo seria uma maneira de fazê-lo cessar seus ataques ao presidente.

Trata-se de um argumento insano, que se fosse levado às últimas consequências, implicaria em dar apoio eleitoral a todas as figuras públicas esquerdistas – jornalistas, comunicadores, artistas e outros – que atacam sistematicamente o governo.

Outro argumento da militância do Centrão que se faz passar por apoiadores do presidente diz que “basta não votar” em Datena, pois o voto para governador e para senador não é um voto “casado”. Este argumento é pueril por no mínimo duas razões:

Datena já é conhecido em todo o país. Ao ter associada sua candidatura à figura do presidente, a quem ele sempre ataca, somente ele, José Luiz Datena, sairá beneficiado, pois isto irá alavancar ainda mais seu recall junto ao público. Ou seja, o único que sairá ganhando será o próprio Datena, cujo público e eleitorado em potencial já foi devidamente “envenenado” contra o Presidente Bolsonaro pelo próprio apresentador.

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Em segundo lugar, ignora-se que estamos falando da vaga do Estado de São Paulo para o Senado Federal, que será se importância crucial para o apoio ao Presidente Bolsonaro em seu segundo mandato.

Esta vaga não pode ser tratada com a leviandade de dizer “basta não votar”, pois o eleitor comum, que não acompanha o dia a dia da política, não conseguirá entender por que os apoiadores do presidente estarão pedindo para não votar no candidato ao Senado Federal apoiado e indicado pelo presidente.

Colocar o esquerdista admirador de Lula e de Che Guevara no mesmo palanque de Tarcísio de Freitas e exibi-lo como candidato ao Senado Federal do Presidente Bolsonaro está entre a mais das erradas das inúmeras decisões erradas, tanto do ponto de vista de estratégia eleitoral quanto do ponto de vista dos valores e princípios básicos que a direita defende, que foram tomadas até agora pela pré-campanha do Presidente Bolsonaro.

Esta decisão precisa ser revertida, e isto depende inteiramente do Presidente Bolsonaro, para o bem de sua campanha de reeleição e para o bem da população do Estado de São Paulo, que não merece ter um esquerdista admirador do genocida Che Guevara como seu representante no Senado Federal do Brasil.

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