por angelica ca e paulo eneas
O grupo terrorista jihadista Estado Islâmico prometeu neste domingo (17/04) o que  grupo chama de vingança pelas mortes em fevereiro deste ano de seu ex-líder, Abu Ibrahim al-Hashimi al-Quraishi e seu porta-voz, Abu Hamza al Qurashi. A vingança jihadista consistiu na ordem dada aos integrantes da organização islâmica para que “aproveitem” a Guerra da Ucrânia para realizar novos ataques terroristas na Europa.

O porta-voz do grupo, Abu Umar al-Muhajir, fez um discurso na semana passada por ocasião do feriado islâmico do Ramadã no qual anunciou o início da campanha. Esta campanha terrorista foi chamada Invasão em Vingança Pelos Dois Xeiques, referindo-se a Abu Ibrahim al-Quraishi e seu antecessor como porta-voz, Abu Hamza.

Abu Umar al-Muhajir afirmou que a Guerra na Ucrânia representa “uma oportunidade na bandeja de prata” para os seguidores do grupo jihadista realizarem ataques terroristas na Europa, referindo-se ao ambiente de tensão no continente causado pela invasão da Ucrânia pela Rússia.

Crítica Nacional é uma mídia independente que mantém-se fiel ao compromisso com a verdade e a defesa de valores conservadores, e precisa do apoio de seus leitores para continuar. Apelamos encarecidamente ao nosso público para contribuir conosco pelo PIX: 022.597.428-23 ou através deste link para fazer assinatura de apoio.

Esta é a segunda mensagem transmitida pelo porta-voz depois de anunciar no mês passado o novo chefe do Estado Islâmico, sucessor de Abu al Hasan al Qurashi. Pouco se sabe sobre o novo líder, que é o terceiro a assumir a chefia do grupo jihadista desde sua criação. No dia 10 de março, o grupo confirmou a morte do antigo líder, juntamente com a morte do  ex-porta-voz do grupo. Logo em seguida Abu Hasan al-Hashemi al-Qurashi foi anunciado oficialmente como novo líder.

O pedido de vingança pela morte de Abu Ibrahim al Hashimi al Quraishi vem mais de dois meses depois de sua morte, ocorrida durante uma operação das forças especiais dos Estados Unidos na província síria de Idlib, localizada no noroeste do país e controlada por vários grupos islâmicos armados.

De acordo com a Casa Branca, o líder anterior do grupo terrorista morreu após detonar uma bomba para evitar sua captura durante um ataque dos Estados Unidos. Depois de perder em março de 2019 seu último território em um ataque da coalizão liderada pelos norte-americanos, os remanescentes do Estado Islâmico na Síria deslocaram-se para esconderijos no deserto.

Estes esconderijos têm sido usados para praticar emboscadas contra as forças lideradas pelos curdos e as tropas do governo sírio. Os jihadistas do grupo terrorista também continuam a realizar ataques no Iraque. Fonte: Deutsche Welle | El Periodico | La Gaceta | Voa News.

Crítica Nacional é uma mídia independente que mantém-se fiel ao compromisso com a verdade e a defesa de valores conservadores, e precisa do apoio de seus leitores para continuar. Apelamos encarecidamente ao nosso público para contribuir conosco pelo PIX: 022.597.428-23 ou através deste link para fazer assinatura de apoio.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE