por angelica ca e paulo eneas
A Casa Branca anunciou nesta segunda-feira (18/04) sua participação em uma segunda Cúpula Global da Covid, a ser realizada em 12 de maio de 2022. Esta cúpula virtual será copresidida pelos Estados Unidos junto com a Alemanha, que atualmente preside o G7. Estarão também na coordenação do evento o chefe do G20, a Indonésia, o Senegal, o presidente da União Africana e Belize, representando a Comunidade Econômica do Caribe.

Em comunicado conjunto recheado de eufemismos, a cúpula afirma que irá “redobrar nossos esforços coletivos para encerrar a fase grave da pandemia de Covid-19 e se preparar para futuras ameaças à saúde”. Ou seja, os governantes destes países prosseguirão no esforço de impor mais controle social e restrições de liberdade a pretexto de proteger a saúde das pessoas.

O comunicado ainda afirma que “o aparecimento e disseminação de novas variantes, como o omicron, aumentaram a necessidade de uma estratégia voltada para o controle da Covid-19 em todo o mundo”. A questão não é nem nunca foi controlar a Covid-19, mas controlar as pessoas, incluindo o que elas falam e sua locomoção, como sempre foi planejado pelos globalistas.

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O surgimento da variante omicron, segundo médicos, foi um dos fatores que reduziram drasticamente a curva de mortalidade da Covid-19 todo o mundo, por ser uma variante benigna e altamente contagiosa, gerando imunidade natural. Tanto o é que esta variante passou a ser chamada por alguns médicos de variante vacinal.

Esta cúpula será o segundo encontro mundial sobre a pandemia, que desde o início há dois anos deixou mais de seis milhões de mortos e profundas perturbações na economia e no comércio em todo o mundo. Os países anfitriões da cúpula pediram a manutenção do senso de urgência diante da crise da saúde.

O comunicado da cúpula deixa claro sua intenção de promover vacinação em escala mundial, e incita governantes, entidades privadas não governamentais e outras a “procurar soluções e compromissos” para esta finalidade. Isso significa um apelo ao uso de todas as formas de guerra midiática e outros mecanismo de manipulação e cerceamento de liberdade para prosseguir na busca pelo controle social a pretexto de segurança de saúde. Fonte:  The Gateway Pundit | Diario Las Americas.

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