angelica ca e paulo eneas
O ex-presidiário e chefe petista Lula apresentou como proposta de sua campanha presidencial a introdução de uma nova moeda comum para a América Latina. A nova moeda se chamaria “sur” e seria adotada com o objetivo, nas palavras do líder petista, de reduzir a influência do dólar como moeda de negócios na América Latina.

A proposta de moeda única para continente latino-americano foi idealizada inicialmente pelos economistas Gabriel Galípolo e Fernando Haddad , ex-presidente do Banco Fator e ex-prefeito de São Paulo, respectivamente. A proposta inclui a criação de um Banco Central Sul-Americano que iria centralizar a emissão da nova moeda.

O chefe petista deu amplo apoio à proposta, principalmente por conta de seu viés ideológico, uma vez que no entendimento de Lula, a suposta nova moeda única latino-americana serviria para evitar possíveis sanções dos Estados Unidos ou da União Europeia contra países latino-americanos.

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O objetivo da medida seria também o de blindar o regime de ditadura narco-comunista da Venezuela das represálias internacionais. Ou seja, Lula pretende que os brasileiros abram mão de parte de sua soberania deixando de emitir sua moeda própria, para proteger um regime de ditadura narco-comunista que ele próprio, Lula, ajudou a implementar e financiar com recursos do contribuinte brasileiro. O descondenado petista afirmou:

“Vamos restabelecer nosso relacionamento com a América Latina, e se Deus quiser, vamos criar uma moeda na América Latina, porque não temos que depender do dólar”.

Segundo o modelo megalomaníaco proposto por Lula, o Banco Central Sul-Americano se encarregaria de emitir a nova moeda que seria distribuída entre os países membros da nova zona monetária com capitalização proporcional à participação no comércio regional.

O lastro desta moeda ideológica seriam as reservas internacionais já adquiridas pelos bancos centrais dos respetivos países membros. Curiosamente, todas as reservas internacionais dos estados nacionais do Ocidente estão em dólar, um detalhe que o descondenado petista omitiu em sua fala.

A proposta é um total disparate e representa uma agressão à soberania nacional e precisa e deve ser rechaçada com ênfase. A experiência vivida pelos países da União Europeia, que abriram mão de parte de sua soberania para adotar o euro, mostra que este é o pior caminho a ser seguido.

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Paradoxalmente, proposta semelhante havia sido feita pelo Governo Bolsonaro ainda em 2019, conforme mostra reportagem da Agência Brasil de 07/06/2019. A reportagem mostra que naquele momento, o Presidente da República, Jair Bolsonaro, defendia a adoção de moeda única para toda a América do Sul, e a proposta havia sido formulada pelo próprio Ministro da Economia, Paulo Guedes.

Na proposta do Governo Bolsonaro, a moeda única se iniciaria pelo Brasil e Argentina, as maiores economias sul-americanas, para depois incorporar outras nações do subcontinente. Nas palavras do próprio Bolsonaro:

“Uma família começa com duas pessoas. A ideia foi lançada na Argentina. O que ouvi o Paulo Guedes dizer é que ele gostaria que outros países se preocupassem com isso e quem sabe fazer uma moeda única aqui na América do Sul”.

Ainda segundo o presidente, a nova moeda pode representar perdas e ganhos, mas de um modo geral o país tem muito mais a ganhar do que perder. Bolsonaro afirmou também naquela oportunidade que a moeda única poderia travar aventuras socialistas na América do Sul, mas sem dizer como isso seria possível. A matéria completa do site oficial da Agência Brasil pode ser lida neste link aqui.

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