por paulo eneas
O mundo inteiro e o Brasil assistiram nos últimos dois anos aos mais duros ataques à liberdade e aos direitos civis básicos que se tem notícia no Ocidente nas últimas décadas. Todos estes ataques ocorreram a pretexto da segurança de saúde pública e foram perpetrados inclusive por governos nacionais que em tese situam-se à direita do espectro ideológico, como é o caso do governo brasileiro.

Estes ataques ocorreram por meio da imposição da obrigatoriedade vacinal e do cerceamento e restrição dos direitos civis básicos de cidadãos nacionais que não aceitaram submeter-se às vacinas experimentais impostas pela força do lobby da indústria farmacêutica monopolista internacional.

Os ataques ocorreram também por meio de medidas que impediram médicos e profissionais de saúde habilitados de utilizarem seu próprio conhecimento e experiência para proporcionar atendimento de saúde a quem desejasse, o que constituiu-se em uma das mais brutais violações da relação médico-paciente em toda a história da medicina.

Milhares de pessoas perderam a vida no mundo todo por que foram proibidas de receber tratamento médico não endossado e não respaldado pela indústria farmacêutica.

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Os agentes públicos que sonegaram à população o direito de tratar uma doença segundo suas próprias escolhas informadas e segundo as orientações de seus médicos foram os mesmos agentes públicos que de maneira cínica e sarcástica instrumentalizaram a grande imprensa para rotular de negacionista quem denunciava esta perversidade.

Os ataques à liberdade e aos direitos civis ocorreram nos últimos dois anos ocultando-se da população os efeitos adversos previstos e ocorridos associados aos produtos experimentais de terapia genética supostamente imunizante impostos à população, como se tais efeitos adversos, incluindo os fatais, simplesmente não existissem.

Pais e mães sofreram e ainda sofrem ameaças reais de perda de guarda de seus filhos caso se recusem a submetê-los aos tais produtos experimentais de terapia genética, a despeito da baixíssima incidência e letalidade da Covid em crianças. Ameaças estas sempre vindas de agentes do Estado.

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O esgotamento de um ciclo da direita política
O fato é que o mundo ocidental presenciou nos últimos dois anos de pandemia um possível esgotamento de um ciclo no interior da direita do espectro político: nas últimas décadas a direita política ocidental colocou-se como defensora e porta-voz da liberdade, da soberania nacional, dos direitos civis e individuais básicos, da propriedade e da prevalência do indivíduo sobre o coletivo.

No entanto, a pandemia mostrou que estando ao menos nominalmente no poder, como ocorre atualmente no Brasil, esta direita não conseguiu transformar estes princípios em ações políticas e institucionais concretas, e termina por sempre ceder ao lobby e à pressão dos globalistas, especialmente em temas de saúde pública.

No Brasil, todas as medidas cerceadoras de liberdade e de direitos civis durante a pandemia estiveram ancoradas na Lei Federal 13979, e nas decisões judiciais dela decorrentes. Lei esta de iniciativa do próprio Governo Federal e sancionada pelo Presidente da República.

O Governo Federal foi incapaz ao longo dos dois anos de pandemia de tomar iniciativas institucionais no âmbito do Ministério da Saúde que viessem oferecer segurança jurídica e respaldo à liberdade do ato médico, a despeito de existir lei prevendo esta prerrogativa profissional e a despeito do endosso científico conferido pelo Conselho Federal de Medicina, órgão que regula a atividade médica no Brasil.

Nenhuma ação concreta foi tomada no âmbito do Ministério da Justiça ou mesmo do Ministério dos Direitos Humanos para coibir as inúmeras violações de direitos civis. Violações estas que incluíram agressões e violência física de agentes do Estado contra cidadãos comuns desarmados e pacíficos, sempre a pretexto de razões de saúde pública.

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A realidade descortinada pela pandemia é que o discurso pela liberdade tornou-se apenas isto para esta direita cujo ciclo ora se esgota: uma retórica sobre liberdade, motivada unicamente por conveniência eleitoral, e não um compromisso efetivo do agente político detentor de poder e de legitimidade para fazer valer e assegurar o exercício efetivo da liberdade.

O cenário que se descortina no ocidente, especialmente no Brasil, com medidas de controle social crescente por parte do Estado, com ameaças recorrentes de novas pandemias, com o avanço da Agenda 2030 da ONU nas instituições do Estado brasileiro, cujos agentes supostamente de direita inspiram-se e espelham-se cada vez mais no modelo de controle social absoluto adotado pela ditadura comunista chinesa, coloca para a sociedade brasileira um desafio premente.

Este desafio é o de formar um campo político genuinamente de direita, efetivamente comprometido com a liberdade como princípio de valor, e não como bravata de palanque, e que apresente-se para os brasileiros como alternativa de poder político no médio prazo, para substituir a esta direita de fim de ciclo, que falhou miseravelmente na defesa da liberdade.

Entendemos que cabe aos conservadores tomarem para sim esta missão: liderarem o processo de formação de uma direita política nacional que tenha na defesa da liberdade e da soberania nacional suas premissas inegociáveis e inarredáveis, e com estas premissas apresentarem-se como alternativa de poder à Nação.

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