por paulo eneas
O Governo Federal não faz mais questão alguma de esconder ou dissimular sua total adesão à Agenda Globalista 2030 da ONU, nem esconde ou dissimula seu completo alinhamento com a metas neocolonialistas do Partido Comunista Chinês. Todas as ações do governo federal seguem exatamente no sentido da adequação e adaptação das políticas públicas federais a estes propósitos.

O bordão da campanha presidencial de 2018 que dizia que a China poderia comprar o que quiser do Brasil, mas não comprar o Brasil, não passou de um bordão para fins eleitoreiros. O controle exercido pelo Partido Comunista Chinês de diversas áreas de nossa infraestrutura aumentou substancialmente nos quase três anos e meio do Governo Bolsonaro e nenhuma medida institucional concreta foi tomada para reverter esta tendência.

Até onde se pode constatar, nenhuma área relevante da administração pública federal escapa ao assédio e à sedução do Partido Comunista Chinês, desde a infraestrutura até a área de saúde, passando por telecomunicações até agricultura e transporte, todas elas áreas relevantes e estratégicas para a segurança e para a soberania nacional.

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Na área da saúde, a mais recente e ainda obscura investida veio a público nesta terça-feira (10/05) com um comunicado bilíngue do Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que informou na rede social ter mantido reunião virtual com o Ministro da Saúde da China, Ma Xiaowei, na qual tratou-se das “possibilidades de novas parcerias para o fortalecimento do complexo industrial da saúde do Brasil”.

Cabe questionar que fortalecimento poderia haver para nossa base industrial de saúde a partir de sua exposição ao Partido Comunista Chinês, principalmente considerando-se que nos últimos dois anos ficou evidenciada a fragilidade brasileira neste setor, uma vez que o Brasil viu-se na dependência completa do regime de ditadura comunista chinesa para acesso a insumos vacinais, equipamentos de proteção hospitalar e demais itens industriais relacionados à saúde.

Se existisse de fato uma preocupação genuína do Ministro da Saúde com o fortalecimento de nossa base industrial neste segmento, ele não estaria tratando deste tema com um regime de ditadura que disseminou o coronavírus pelo mundo. Queiroga deveria estar, outrossim, encetando entendimentos com a indústria e a academia nacional visando assegurar a autossuficiência brasileiro neste setor estratégico.

Ao revelar estar tratando do complexo industrial de saúde do Brasil com dirigentes de um regime ditatorial estrangeiro conhecido por suas práticas predatórias, de dumping comercial, neocolonialistas e corruptoras, Marcelo Queiroga expõe o que aparenta ser a disposição deste governo de ceder ao Partido Comunista Chinês em todas as áreas críticas da vida nacional, contrariando assim tudo que foi prometido em palanque eleitoral.

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