por angelica ca e paulo eneas
A Organização Mundial da Saúde (OMS) promoverá uma reunião com líderes mundiais entre os dias 22 e 28 de maio deste ano para discutir alterações no Regulamento Sanitário Internacional da entidade. Caso estas alterações sejam aprovadas, elas passarão a fazer parte do direito internacional.

A proposta de alteração foi inicialmente lançada em dezembro de 2021, conforme informou a própria OMS em seu website oficial: “A Assembleia Mundial da Saúde concorda em lançar processo para desenvolver acordo global histórico sobre prevenção, preparação e resposta à pandemia”.

As negociações para o Tratado Global de Pandemia começaram em 3 de março de 2022, mas receberam pouca atenção devido à invasão da Ucrânia pela Rússia, que ocupou toda a atenção da mídia internacional. O documento oficial da OMS afirma que:

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“Em uma decisão de consenso destinada a proteger o mundo de futuras crises de doenças infecciosas, a Assembleia Mundial da Saúde concordou hoje em iniciar um processo global para elaborar e negociar uma convenção, acordo ou outro instrumento internacional sob a Constituição da Organização Mundial da Saúde para fortalecer a prevenção e preparação de respostas a pandemias”.

O tratado internacional sobre pandemia a ser proposto pela Organização Mundial de Saúde, se implementado, irá constituir-se em um ataque direto à soberania de seus estados membros, bem como um ataque direto à sua autonomia de cada indivíduo sobre seu próprio corpo. Pois a intenção explícita do tratado é estabelecer um tipo de governança global centralizada na OMS para o gerenciamento de surtos epidêmicos em todo o mundo.

O período da pandemia do coronavírus serviu de certa forma de ensaio para esta governança global, onde as “recomendações” da OMS referentes a lockdowns, vacinação, restrições de direitos e outros foram na prática adotadas em quase todos os países, inclusive o Brasil.

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Com a possível implementação deste tratado, as diretrizes da OMS passarão a ter efeito de força de lei internacional, que poderá até mesmo suplantar as legislações de cada país. Desta forma, os agentes e entidades globalistas terão alcançado seu intento de impor, por meio de medidas com força de lei, uma governança uniforme e global a todos os países em assuntos de saúde pública.

As alterações propostas ao Regulamento Sanitário Internacional da Organização Mundial de Saúde estabelecem que os diretores regionais da entidade que passarão a deter a autoridade para declarar uma Emergência de Saúde Pública de Interesse Regional.

O Regulamento Sanitário Internacional foi adotado por 194 estados membros da Organização Mundial da Saúde em 2005. O regulamento permite que a OMS declare uma Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional se for constatada a ocorrência de um surto de doença infecciosa em algum Estado-Membro. Mas atualmente esta decisão depende do consentimento deste Estado-Membro.

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Em 18 de janeiro de 2022, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos propôs alterações ao Regulamento Sanitário Internacional. Essas alterações preconizam que a decisão de declarar uma emergência de saúde pública em qualquer estado membro passe a ser prerrogativa do Diretor-Geral da OMS, mesmo havendo objeção deste Estado-membro.

O Diretor-Geral comunicou o texto das alterações propostas em 20 de janeiro de 2022, por meio de uma carta circular aos países membros da OMS. Se este novo regulamento for adotado pelos países signatários da OMS, estes serão obrigados a ceder a política nacional, segurança e controle de execução de medidas de enfrentamento a pandemias à OMS e ao seu diretor-geral, Tedros Adhanom Ghebreyesus, no caso em de declaração de uma pandemia.

O atual diretor-geral da Organização Mundial de Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou com a empáfia e autoritarismo próprio dos agentes globalistas, que defender a autonomia individual, ou mesmo a soberania nacional de cada país, quando se trata de políticas e intervenções de saúde pública é uma atitude egoísta que atrapalha a agenda global da OMS.

Tedros Adhanom Ghebreyesus não é médico, foi guerrilheiro marxista na Somália e exerceu os cargos de ministro de saúde e de chanceler da Etiópia, sob acusações e suspeitas de corrupção. Marxista de formação, sempre manteve boas relações com o Partido Comunista Chinês, que o colocou à frente da Organização Mundial de Saúde em maio de 2017.

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Sempre subserviente à ditadura comunista chinesa, Tedros Adhanom Ghebreyesus atrasou a declaração de emergência mundial de saúde quando dos primeiros surtos do coronavírus em Wuhan, na China. Esse atraso atender determinação imposta pelo Partido Comunista Chinês. O atraso também impediu que medidas de contenção fossem tomadas por outros países, e desta forma possibilitou que o coronavírus se espalhasse da China para o resto do mundo.

Tedros Adhanom Ghebreyesus possivelmente será reconduzido à chefia da OMS este ano, com apoio da China e também do Governo do Brasil, que já posicionou-se favoravelmente à sua recondução.

O Presidente Bolsonaro declarou esta semana ser contra o tratado nos termos em que ele foi proposto. No entanto, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, é um entusiasta desta proposta globalista e já informou ao público que estará presente na reunião da entidade que irá decidir sobre o tema.

Tudo indica que o Brasil irá posicionar-se favoravelmente ao tratado, abrindo mão de sua soberania sobre assuntos de emergência de saúde pública, mostrando assim mais uma vez a distância abissal que existe entre as falas do Presidente Bolsonaro para o seu público e as ações concretas de seu governo e de seus ministros, que vão sempre em sentido contrário. Fonte: Life Site News | Médicos Pela Vida | Expose News.

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