por angelica ca e paulo eneas
O presidente Jair Bolsonaro participou no último sábado (28/05) da 28ª edição da Marcha para Jesus, em Manaus (AM), que voltou a ser realizada depois de dois anos de interrupção devido à pandemia de Covid-19. Além de reunir-se com autoridades e lideranças evangélicas, o presidente esteve também no Comando Militar da Amazônia (CMA).

O chefe do executivo foi recebido no Aeroporto Internacional de Manaus pelo governador Wilson Lima (União Brasil). Esta é a sétima visita do Presidente Bolsonaro ao Amazonas desde que assumiu o cargo.

O evento reuniu um público estimado de aproximadamente 400 mil pessoas. Em sua fala, o presidente voltou a afirmar em discurso que a Zona Franca de Manaus não será afetada por medidas econômicas do governo.

“A Zona Franca de Manaus jamais será atingida por esse governo, (…) ninguém perderá nada aqui reduzindo imposto como IPI”, afirmou o presidente em referência à redução das alíquotas do imposto sobre produtos industrializados promovida pelo Governo Federal mas revertida parcialmente por decisão do Supremo Tribunal Federal.

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O imenso público presente no evento religioso mostra a capacidade que tem o presidente de mobilizar seus eleitores em eventos públicos em seu apoio. No entanto, como afirmamos no artigo Estratégia Eleitoral: Como Medir o Potencial de Votos de um Candidato, publicado hoje mais cedo, é necessário que a pré-campanha do presidente adote uma estratégia de comunicação para atingir também um público que vá além daquele que já decidiu-se por votar no presidente.

Enquanto o presidente segue falando para um público expressivo que já decidiu votar nele, a maioria dos eleitores que não participa de eventos públicos como este continua sendo ignorada por ausência de estratégia de comunicação e de pré-campanha que mire no eleitorado ainda não conquistado.

Este eleitorado, que se informa basicamente pela grande imprensa e pelas redes abertas de televisão, precisa ser alcançado de outras formas, conforme descrevemos no texto linkado abaixo, pois é este eleitorado não militante e não ativista quem irá decidir o pleito presidencial.

Leia também:
Estratégia Eleitoral: Como Medir o Potencial de Votos de um Candidato


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