por angelica ca e paulo eneas
A China foi eleita por unanimidade para integrar o Conselho Executivo da Organização Mundial da Saúde. A votação ocorreu no final do mês de maio durante a 75ª Assembleia Mundial da Saúde, que foi realizada em Genebra, Suíça. Nenhum dos 194 estados membros da OMS levantou objeção à escolha do regime de ditadura comunista chinesa para integrar o órgão de direção da entidade.

A escolha unânime da China ocorreu a despeito das evidências abundantes de que aquele país não apenas deu origem ao surto de Covid-19 que assolou a humanidade nos últimos dois anos, como também ocultou dados críticos e forneceu informações falsas à própria OMS entre o final de 2019 e início de 2020 a respeito da natureza do surto inicial de coronavírus em Wuhan.

Também ignorou-se que o regime comunista chinês obstruiu todas as tentativas de investigação científica independente em Wuhan a respeito da origem do coronavírus, além de te promovido a perseguição e o desaparecimento de médicos e cientistas chineses envolvidos no trabalho de pesquisa sobre o coronavírus no Laboratório de Virologia de Wuhan, e que tentaram alertar o mundo sobre os riscos da pandemia iminente.

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Além da China, também foram eleitos Brasil, Canadá e Estados Unidos entre outros países. O mandato dos atuais eleitos para o Conselho Executivo é de três anos. A “eleição” da China para órgão de direção da OMS é uma quase formalidade, uma vez que o regime de ditadura comunista daquele país já exerce o poder e o controle de fato naquela entidade há mais de uma década.

O controle que a China exerce sobre a Organização Mundial de Saúde pode ser medido pela recondução de Tedros Adhanom à presidência do órgão. Tedros Adhanom é basicamente um preposto do regime chinês no comando da OMS. Além disso, a China proíbe a participação de Taiwan em qualquer instância da Organização Mundial de Saúde, ainda que como membro observador.

O diretor-executivo da ONG UN Watch , Hillel Neuer, denunciou a escolha da China para o Conselho Executivo da OMS: “Este é o regime que matou pessoas em Wuhan, como o doutor Li Wenliang, que corajosamente tentou alertar o mundo sobre o coronavírus”, afirmou Hillel Neuer.

O médico Li Wenliang foi perseguido pelo Partido Comunista Chinês quando tentou no final de 2019 alertar outros médicos sobre uma doença respiratória semelhante à SARS que se espalhava rapidamente por sua cidade. O médico morreu aos 34 anos em fevereiro de 2020, supostamente pelo coronavírus chinês. As circunstâncias não esclarecidas da morte de Li Wenliang geraram reações na China e em todo o mundo. Fonte: Breitbart | Life Site News | Zero Hedge.

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