por angelica ca e paulo eneas
A Coreia do Norte, que vive sob a mais ferrenha e desumana ditadura comunista de que sem tem notícia na história, e que encontra-se há anos sob sanções internacionais por desenvolver armas nucleares em desafio às Resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas, assumiu temporariamente  na última quinta-feira (02/06), a presidência de um dos principais organismos das Nações Unidas sobre desarmamento nuclear.

A ditadura comunista e genocida asiática presidirá a Conferência sobre Desarmamento Nuclear das Nações Unidas pelas próximas três semanas, devido à rotação do cargo entre os países membros daquele organismo, que é adotada há décadas pelos seus 65 integrantes. A rotação é feita seguindo a ordem alfabética dos nomes dos países em inglês.

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A ascensão da Coreia do Norte à presidência do organismo gerou críticas imediatas à sua eficácia. Dezenas de organizações não-governamentais pediram aos países integrantes que abandonassem a reunião em que a ditadura comunista coreana estava sendo conduzida à chefia do organismo.

A Conferência sobre Desarmamento Nuclear das Nações Unidas será liderado por um país que possui mísseis capazes de atingir a capital norte-americana. Em um visível ato de provocação, a Coreia do Norte realizou três lançamentos de mísseis no Mar do Japão durante a visita de Joe Biden à Ásia na semana passada.

Uma declaração conjunta de descontentamento de natureza meramente protocolar elaborada por 48 países integrantes do fórum foi lida durante a sessão da conferência, mas sem maiores consequências. A Coreia do Norte limitou-se a declarar que tomou nota das “críticas” apesentadas.

Somente este ano, a Coreia do Norte testou inúmeros mísseis balísticos, também proibidos pelas resoluções do Conselho de Segurança da ONU, e parece estar se preparando para realizar um novo teste nuclear pela primeira vez desde 2017. As Nações Unidas havia proibido a Coreia do Norte de realizar testes com armas balísticas nucleares e impôs sanções severas ao país por conta de testes anteriores.  Fonte: Agência Reuters | The Guardian | BBC.

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