por paulo eneas
O Governo Federal concluiu na noite desta quinta-feira (09/06) o processo de privatização da Eletrobras via capitalização da empresa por meio da oferta pública internacional de ações preferenciais da companhia, que foram fixadas em R$ 42,00 o valor unitário. Desta forma, a privatização movimentará um total de R$33.7 bilhões segundo as estimativas. Trata-se da maior privatização ocorrida no Brasil nos últimos vinte anos.

Estas ações serão colocadas em negociação nas Bolsas de Valores do Brasil e dos Estados Unidos a partir da próxima segunda-feira (13/06) após a conclusão do registro destes papéis nestes respectivos mercados. Com a privatização via Bolsa de Valores e não por meio de leilão, o Governo Federal e o BNDES continuam como acionistas da companhia, com participação acionária de 35% no capital votante.

A privatização da Eletrobras via capitalização em Bolsa atraiu interesse de grandes investidores corporativos e também de investidores individuais por meio dos recursos do FGTS, o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. Estes investidores individuais apresentaram uma demanda equivalente a R$ bilhões para aquisição das ações da companhia, superando em 50% o volume reservado para este segmento.

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Dentre os grandes investidores que manifestaram interesse estão o fundo 3G Capital, controlado pelos criadores da Ambev, o Banco Clássico, entre outros. Segundo informa o InfoMoney, a demanda total apresentada por todos as classes de investidores que interessaram-se em adquirir os papéis da empresa teria sido superior ao montante de R$70 bilhões.

Com a privatização, o Governo Federal continuará sendo o principal acionista individual da empresa, com direito a 35% na participação em seu conselho, que passará a ser composto também por profissionais do setor privado indicados pelos fundos de investimento que adquiriram os papéis da ex-estatal. Segundo analistas, a privatização da Eletrobras não irá implicar de imediato na redução dos valores da conta de luz.

Em seu plano de governo vazado esta semana, e que analisamos no artigo Receita Para Destruição Nacional: Plano de Governo de Lula Facilita Aborto, Restringe Liberdade de Expressão e Traz Ingerência do Estado na Economia publicado hoje mais cedo, o descondenado petista Lula afirma ser contra a privatização da Eletrobras e afirma que a companhia deve continuar sendo uma estatal para financiar o que o petista chama de programas sociais. Fonte: InfoMoney | Poder360.

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