Após a decisão da Suprema Corte de Justiça dos Estados Unidos, que reverteu uma jurisprudência de quase meio século que assegurava a proteção constitucional ao assassinato de bebês em todo país, o Estado de Israel seguiu em direção contrária, e uma comissão do parlamento israelense decidiu flexibilizar as regras sobre aborto.

Uma comissão do parlamento israelense, o Knesset, aprovou normas que incluem o acesso a pílulas abortivas no sistema público de saúde do país e removem a exigência de que as mulheres devam comparecer a uma comissão especial antes de serem autorizadas a abortar.

O ministro da Saúde de Israel, Nitzan Horowitz, que líder do pequeno partido esquerdista Meretz, afirmou que a decisão da Suprema Corte de Justiça norte-americana teria sido um “retrocesso” nos direitos das mulheres: “uma mulher tem total direito sobre seu corpo”, afirmou o ministro da atual fracassada coalização governamental. Fonte: ABC News | Times Of Israel | The Guardian.

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