por angelica ca e paulo eneas
O governo da Argentina confirmou na última quinta-feira (07/07) ter recebido o apoio formal da China para ingressar no BRICS, bloco geopolítico formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul e comandado pelo eixo russo-chinês.

A informação foi dada pelo Ministério das Relações Exteriores da Argentina. Segundo o chanceler argentino Santiago Cafiero, o aval teria sido dado pessoalmente pelo chanceler chinês, Wang Yi.

O encontro entre os dois chanceleres ocorreu durante a última reunião de ministros do G20 em Bali, na Indonésia: “Wang Yi confirmou formalmente o apoio de seu país à adesão da Argentina ao BRICS, em linha com o que foi acordado entre os líderes do grupo”, disse a chancelaria argentina.

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O ingresso da Argentina no BRICS fortalece a Rússia e a China e seus principais aliados na América Latina, incluindo o Foro de São Paulo e a narco-ditadura comunista venezuelana. O BRICS surgiu durante o governo petista como ferramenta diplomática para promover o alinhamento do Brasil com o bloco geopolítico russo-chinês.

O Governo Bolsonaro, por razões que nunca foram esclarecidas, decidiu manter o Brasil nesse bloco, que é uma herança da diplomacia antiocidental da era petista. Em período recente, o governo federal aprofundou a aproximação estratégica do Brasil com a ditadura comunista chinesa e com o regime ditatorial de Vladimir Putin. Fonte: Reuters | Infobae | El Economista.

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