por paulo eneas
O ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub e o ex-assessor especial da Presidência da República e ex-secretário de segurança da OEA, Arthur Weintraub, serão candidatos a deputado federal pelo PMB35-SP, conforme definido na convenção partidária realizada neste domingo (31/07).

Abraham Weintraub já vinha há mais de um mês sinalizando em suas lives a possibilidade de concorrer ao parlamento, abrindo assim mão da disputa pelo governo paulista. A mudança de estratégia deveu-se, entre outros, à opção feita pelo partido de priorizar a formação de bancadas conservadoras tanto no Congresso Nacional quanto na Assembleia Legislativa paulista.

Em sua live desta segunda-feira (01/08) Abraham Weintraub discorreu sobre a estratégia adotada, relatando que o potencial de sua candidatura ao Governo de São Paulo havia sido desconstruído por ação direta do bolsonarismo, que passou a usar todo tipo de mecanismo de boicote e cancelamento para inviabilizar seu nome.

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Tão logo o nome de Abraham Weintraub foi lançado  para disputar o governo paulista, ainda no ano passado, pesquisas divulgadas pelo jornal El País indicavam seu empate técnico com o petista Fernando Haddad na disputa pelo governo paulista.

Diante deste potencial, o campo político do bolsonarismo, do Centrão e, principalmente, o grupo político de Michel Temer, entraram em ação para inviabilizar sua pré-candidatura: veículos de imprensa, potenciais doadores, prefeitos e vereadores de cidades paulistas do interior passaram a receber pressões diretamente de Brasília para não ceder espaço nem apoio às pré-candidaturas de Abraham e Arthur Weintraub.

A partir daí, e das chantagens e ameaças diretas feitas pelo próprio presidente, segundo relatam Arthur e Abraham Weintraub, o grupo político liderado pelos irmãos passou a ser visto como o alvo preferencial a ser atacado pelo bolsonarismo. Um alvo muito mais prioritário do que o próprio petismo.

Ativistas das redes sociais, seguindo diretrizes diretas de Brasília, encarregaram-se de promover o “cancelamento” e a tentativa de desconstrução da imagem pública do movimento político liderado pelos irmão Weintraub: mentiras, difamações, calúnias, insultos e ofensas passaram a ser as armas preferencias dos bolsonaristas “brifados” para esta tarefa.

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Passados alguns meses, com a redução da possibilidade de alcançar um público mais amplo para expor suas propostas, ficou evidenciado que  Abraham Weintraub teria muita dificuldade em ir para o segundo turno da disputa sucessória paulista, onde teria oportunidade de debater e confrontar de igual para igual o oponente petista ou tucano.

Diante deste diagnóstico, o PMB35-SP optou em comum acordo com os irmãos por sair da disputa para o governo paulista e concentrar esforços na formação de sua bancadas na ALESP e no Congresso Nacional, lançando Abraham e Arthur Weintraub como candidatos a deputado federal.

A convenção partidária deliberou também que o partido não irá apoiar oficialmente nenhum dos nomes colocados para disputa do Governo de São Paulo e da Presidência da República, ficando os candidatos liberados para fazerem suas escolhas.

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