por paulo eneas
A chefe (speaker) da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, a democrata Nancy Pelosi, desembarcou na tarde desta terça-feira (02/08) em Taiwan em visita oficial àquele país, em meio a ameaças de retaliação militar por parte da ditadura comunista chinesa.

O Partido Comunista Chinês e não reconhece a existência de Taiwan como país independente e soberano, e em período recente tem escalado suas ameaças de agressão militar à ilha, que já foi chamada de Formosa, situada ao sudeste da costa chinesa e ao sul da península coreana.

Pelosi desembarcou na capital Taipei em voo que foi acompanhado por caças da Força Aérea dos Estados Unidos e de Taiwan. Logo após o desembarque, Nancy Pelosi emitiu uma declaração protocolar enaltecendo as relações entre Estados Unidos e Taiwan e reforçando o apoio norte-americano ao governo daquela ilha.

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Ao mesmo tempo em que reforçou o apoio norte-americano a Taiwan, Nancy Pelosi afirmou que os Estados Unidos não iriam mudar seu posicionamento no que diz respeito às relações China-Taiwan, relações estas que têm sido pautadas pela ameaças constantes da ditadura comunista chinesa de promover a invasão militar da ilha.

A ditadura comunista chinesa está tratando a visita como uma ameaça norte-americana à China, e reagiu com promessa de retaliação militar contra os Estados Unidos por conta disso: “Quem brincar com fogo irá se queimar”, disse o ditador Xi Jinping ao presidente norte-americano Joe Biden durante telefonema na semana passada.

A imprensa estatal chinesa fez a cobertura da visita de Nancy Pelosi a Taiwan descrevendo-a como uma provocação, e defendeu abertamente que a aeronave de Pelosi fosse abatida durante o voo para a ilha. “Se os caças norte-americanos fizerem a escolta do avião de Pelosi, isto será o equivalente a uma invasão”, afirmou Xijin Hu, ex-editor do site Global Times, jornal estatal chinês.

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As ameaças de retaliação militar chinesa acompanharam um retórica belicosa crescente dias antes da visita. Ainda em maio deste ano, o Ministro da Defesa da China afirmou que a ditadura comunista chinesa “não hesitaria em iniciar uma guerra [com os Estados Unidos] não importando a que custo”.

O objetivo chinês é impedir que Taiwan seja reconhecida como país soberano e independente no cenário internacional. Por sua vez, as ameaças chinesas foram de modo geral respondidas com mensagens protocolares conciliatórias por parte da Casa Branca. Além de Taiwan, Nancy Pelosi irá visitar ainda Japão e Coreia do Sul em seu giro pela região.

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